Sejam Bem Vindos!!!

Esse espaço surgiu para compartilharmos experiências e discutirmos sobre LTD (Linguagem e Tecnologia Digital). Educadores... participem deixando suas sugestões, manifestando sua opinião quanto ao uso das tecnologias digitais no processo de ensino/aprendizagem de linguagem.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Educação a Distância trilha novos caminhos

 

Mesmo com dificuldades a enfrentar, a educação a distância vai na direção de se firmar como uma certeza pedagógica e não apenas como uma alternativa ao ensino presencial.

O ano de 2011 é um novo marco na regulação da Educação a Distância (EAD) no Brasil. Em janeiro, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou o fim da Secretaria de Ensino a Distância (Seed), há 15 anos a principal instância de regulação e direcionamento da modalidade no país. As possíveis conseqüên­cias da medida ainda são incertas, já que o MEC não se pronunciou oficialmente a respeito. Algo é certo, entretanto: apesar dos obstáculos a serem superados, a educação a distância começa a trilhar um caminho próprio, a sair da sombra e a influenciar o ensino presencial.

“Vivemos em um mundo onde a tecnologia muda o cenário dos ambientes de aprendizagem”, atesta o coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp, Klaus Schlünzen Junior.

O Brasil é o quinto maior país do mundo em conexão com a internet – são 81,3 milhões de usuários, de acordo com pesquisas de mercado. Ou seja, estudar virtualmente será cada vez mais comum.

O contexto da educação a distância no país – que desde 2003 tem um crescimento de matrículas maior do que o ensino presencial e tem sido usada como uma ferramenta de inclusão no ensino superior – mostra que a modalidade tem amadurecido e se firmado, inclusive dentro dos cursos presenciais, que podem oferecer 20% dos conteúdos a distância. Entretanto, a definição dos modelos pedagógicos, da regulação e do alcance dos cursos está longe de ser algo simples.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fala, Mestre! Palavra de quem entende de Educação




Entrevistas com especialistas de diversas áreas da Educação, organizadas por ordem alfabética de sobrenome

A Revista Nova Escola preparou uma coletânea de entrevistas com vários mestres da educação, abordando as diversas áreas de aprendizagens.

As entrevistas trazem reflexões relevantes para educadores que querem melhorar a prática pedagógica, vale a pena conferir. Clique aqui  e tenha uma boa leitura.

Pier Cesare Rivoltella: "Falta cultura digital na sala de aula"

Especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão diz que a tecnologia e seu conteúdo devem fazer parte do dia a dia escolar

Pier Cesare Rivoltella
O Brasil ainda engatinha quando se fala em inclusão digital nas escolas públicas. Até o ano passado, das 143 mil instituições de Ensino Fundamental do país, cerca de 17 mil contavam com laboratórios de informática, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Porém cresce nas faculdades de Educação a preocupação em formar profissionais preparados para lidar teoricamente com a linguagem das novas mídias e seu significado nas salas de aula. É para apoiar projetos como esse que o filósofo italiano Pier Cesare Rivoltella - , especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão, na Itália, visita o Brasil com freqüência. Ele orienta pesquisas sobre a relação entre jovens e internet do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), onde também dá aulas sobre Mídia e Educação, e acompanha pesquisas de mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina.

Para Rivoltella, os meios de comunicação dão impulso à inovação do ensino. “É a troca da abordagem tradicional – baseada na fala do professor à frente da sala de aula – pelo uso de mídias que favoreçam o trabalho em grupo mais ativo, dinâmico e criativo em todas as disciplinas.” O especialista, que também forma docentes da rede pública italiana, ainda sente uma certa resistência cultural quando se fala em tecnologia na sala de aula. “Os professores não são formados para lidar com elas”, afirma. No Brasil, o cenário não é muito diferente. “As experiências, geralmente, são voltadas para o conhecimento técnico dos meios de comunicação, não o crítico.”

Como os jovens se relacionam com as novas tecnologias?Pier Cesare Rivoltella Uma das maiores características desse público é o que chamamos de uma disposição multitarefa. Ele responde às mensagens do celular, ouve música no iPod, vê TV e fala com os amigos no Messenger – tudo ao mesmo tempo. Da mesma forma, ele sabe que acessar a internet pelo computador de casa ou pelo telefone celular é muito diferente. O computador, geralmente, é de toda a família e fica na sala. O celular é pessoal. Além disso, o jovem de hoje reconhece as especificidades de cada tecnologia e se adapta a elas. Ele pode sair pela cidade enquanto olha a tela do celular – o que é impossível na frente da tela de um computador. Fazer tudo isso simultaneamente é uma característica típica das novas gerações. Por um lado, isso lhes confere uma elaboração cognitiva muito rápida. Por outro, acaba deixando-os na superficialidade, pois não dá tempo de se aprofundar nos assuntos.

Instituto Ecofuturo lança Baú de Ideias para incentivar a escrita

Com o intuito de estimular a produção de textos e a participação em seu 7º Concurso Cultural, o Instituto Ecofuturo lançou o Baú de Ideias, uma compilação de sugestões para incentivar a escrita e despertar a criatividade. Além de inspirar os participantes do concurso, as ideias podem ser aproveitadas por professores em salas de aula e por estudantes interessados em explorar novos temas. A sétima edição do Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso, promovido pelo Instituto Ecofuturo, tem como foco o tema “Vamos cuidar da vida”. Crianças e jovens que estiverem cursando séries do ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio, estudantes das Escolas de Jovens e Adultos (EJA), professores, profissionais de biblioteca e educadores sociais podem se inscrever, até 30 de junho, pelo site do Instituto
 
 

 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dicas de utilização do You Tube e outros sites de vídeos em sala de aula - 47 sugestões

Retirado do Blog:http://cefapropva.blogspot.com/

O You Tube é um site com um excelente material para ser utilizado em nossas aulas, poderia ser mais explorado pelos professores. Este é um dos  posts mais populares no site  Free Tecnologia para Professores , 30 + Alternativas para o You Tube , ele  nos oferece diversas sugestões de sites com vídeos educacionais e outras ferramentas. Leia na íntegra o texto traduzido.

1. Escola Tube é um site dedicado à partilha de vídeos criados por alunos e professores. Escola Tube permite que professores e escolas possam criar seus próprios canais para a partilha de trabalhos dos alunos . Escola Tube também proporciona excelentes how-to de recursos, meios amigáveis ​​de direitos autorais e planos de aula para o uso de vídeo na sala de aula.
2. Teacher Tube  Professor Tube fornece vídeos gerados pelo usuário para os professores, pelos professores. Muitos dos vídeos no Teacher Tube têm professores compartilhar planos de aula em ação. Alguns vídeos de Professores do tube são simplesmente inspirador. E outros vídeos não têm professores ou alunos neles, mas não contêm lições de educação.

3. Teachers.tv é um site baseado no Reino Unido de vídeos para os professores e sobre o ensino. Teachers.tv oferece centenas de vídeos disponíveis para download gratuito. Em Teachers.tv há vídeos para todos os níveis escolares e áreas de conteúdo. Teachers.tvtambém tem vídeos sobre os métodos de ensino e práticas.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

REVISTA TV ESCOLA - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO 3ª ED. - 2011


capa_revista_03
As novas tecnologias da informação e comunicação chegaram para nos inserir definitivamente na era do trabalho coletivo. A matéria de capa desta edição aborda os programas de formação que estão aí para alinhar a escola com esta dinâmica revolucionária.

A seção Mundo Virtual apresenta o Portal da TV Escola, que disponibiliza online os vídeos exibidos no canal e disponibiliza um leque de propostas para sua utilização em sala de aula. Viajamos pelo Brasil para mostrar as escolas finalistas ao Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar. Em Rondônia, vimos de perto as razões pelas quais as escolas da região se destacam no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Confira o trabalho que vem sendo realizado por professores nas seções Você é o Repórter e Profissão Professor. Quem sabe, na próxima edição, teremos suas contribuições em nossas páginas?! Boa leitura e até a próxima!

Jogos educativos: entretenimento e tecnologia ajudam em sala de aula

Artifício prende a atenção dos alunos e supre necessidade de informação rápida e dinâmica .
Livros a apostilas, é claro, ainda são indispensáveis, mas parecem não ser mais suficientes para prender a atenção dos alunos na sala de aula. Os games educativos querem fazer exatamente isso: suprir a necessidade que os jovens alunos têm de informação rápida e dinâmica também na hora de aprender. Mas, existem duas grandes barreiras para a tendência no Brasil: primeiro, a falta de empresas que atuem nesse setor por aqui. Depois, a maioria das escolas ainda enfrenta grandes dificuldades na hora de levar recursos tecnológicos para a sala de aula.

O professor Michel é exceção: ele revolucionou suas aulas de história usando novas mídias como ferramentas pedagógicas; inclusive jogos. Como não poderia deixar de ser, os alunos adoraram. E os resultados apareceram rapidamente. A iniciativa mostrou que os jogos educativos não só ensinam, mas também ajudam os alunos na hora de estudar.

A questão é que o uso dessas novas mídias na área pedagógica ainda é novidade. E é muito recente para saber o impacto que elas terão na formação dessas crianças. Mas, esse é um caminho sem volta. A tecnologia invadiu nossas vidas. Então, o melhor é tirar o máximo proveito.

Assista o vídeo e pense como poderia integrar esse recurso nas suas aulas, adaptando os conteúdos a serem trabalhados com jogos educativos que venham suprir as atuais necessidades de nossos educandos. Como usar esse recurso pedagógico no ensino de linguagem? Quais as suas contribuições para o educando? Se você tem sugestões, deixe um recado para nós com a finalidade de enriquecer e contribuir para um processo de ensino/aprendizagem colaborativo.



Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/jogos_educativos