Sejam Bem Vindos!!!

Esse espaço surgiu para compartilharmos experiências e discutirmos sobre LTD (Linguagem e Tecnologia Digital). Educadores... participem deixando suas sugestões, manifestando sua opinião quanto ao uso das tecnologias digitais no processo de ensino/aprendizagem de linguagem.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Desafios da educação na cultura digital


por Giulliana Bianconi
12 MAIO 2011
Foram necessários quase 40 anos para que a discussão sobre o uso das tecnologias na educação se estabelecesse na sociedade com uma certa prioridade. Dos anos 70, quando Seymor Papert criou a linguagem de programação LOGO para as crianças, até os dias de hoje, com as redes sociais invadindo a sala de aula, muito se falou, opinou e especulou sobre a “transformação” dos processos de ensino/aprendizagem. Entre a linguagem criada por Papert e o Facebook de Mark Zuckerberg uma nova cultura se estabeleceu e sacudiu a educação tradicional. Com as tecnologias digitais, os estudantes passaram a ter a oportunidade de aprender de forma mais autônoma, e outra dinâmica tende a se estabelecer entre o aluno e o professor.



Para discutir as tendências para a educação inserida na cultura digital, desde 2005 é lançado o “HorizonReport, reconhecido relatório anual que envolve universidades de diversos países e destaca o que será utilizado na aprendizagem entre um e cinco anos. Como a presença da cultura digital na educação muda de acordo com a realidade de cada região, o Instituto Claro destaca aqui como os temas Mobilidade e E-books - apontados pelo relatório como uma realidade para o período de um ano ou menos - estão sendo tratados no Brasil.

E-books: evolução para o software

Livros digitais estão espalhados aos montes em sites de domínio “.br”. Bibliotecas gratuitas, como a Domínio Público, a eBook Cult e a Brasiliana oferecem diversos títulos. Isso, entretanto, é só a ponta do iceberg. O que Eduardo Pellanda, coordenador do Laboratório de Pesquisa em Documentos Digitais da PUC-RS, destaca é que os e-books estão se transformando em softwares. “Eles ganham um formato próprio, mais interativos, e deixam de ser somente a transposição do livro de papel para o eletrônico. Isso mostra o ‘amadurecimento’ dos e-books na cultura digital, pois é natural que, trocando de meio, a forma de passar a mensagem também mude”, analisa ele, inspirado em Marshall McLuhan.

Infográfico- Professor, faça o teste e descubra o quanto você é empreendedor em suas ações

terça-feira, 7 de junho de 2011

Atividade Prática: Turma NTM/Sinop - Textos Compartilhados no Google Docs



Olá cursistas de LTD - Linguagem e Tecnologia Digital!!!

Vamos começar hoje nesse encontro presencial usar essa ferramenta para produção de textos colaborativos. Inicialmente para familiarizarmos com esse recurso, criaremos uma histórinha coletiva para testar a funcionalidade desse recurso. Posteriormente, no segundo link, faremos um texto colaborativo sobre Projetos na Escola. Vamos então para a nossa prática, acessem os links e contribuam nesses textos.


Texto 1 - O Sonho de Maria

Texto 2 - Projetos na Escola

terça-feira, 31 de maio de 2011

Atividade Prática: Turma EMEB. Basiliano - História compartilhada no Google Docs

Olá cursistas de LTD - Linguagem e Tecnologia Digital!!!!

O Google Docs, é um pacote de aplicativos do Google baseado em AJAX. Funciona totalmente on-line diretamente no browser. Os aplicativos são compatíveis com o OpenOffice.org/BrOffice.org, KOffice e Microsoft Office, e atualmente compõe-se de um processador de texto, um editor de apresentações, um editor de planilhas e um editor de formulários. Originalmente, o processador de texto foi desenvolvido a parte, sob o nome Writely, e comprado pelo Google meses depois. Alguns dos recursos mais peculiares são a portabilidade de documentos, que permite a edição do mesmo documento por mais de um usuário e o recurso de publicação direta em blog. Os aplicativos permitem a compilação em PDF.
Fonte: Wikipedia

Vamos começar hoje nesse encontro presencial usar essa ferramenta para produção de textos colaborativos. Inicialmente para familiarizarmos com esse recurso, criaremos uma histórinha coletiva para testar a funcionalidade desse recurso. Posteriormente, no segundo link, faremos um texto colaborativo sobre Projetos na Escola. Vamos então para a nossa prática, acessem os links e contribuam nesses textos.

Texto 1: Sonho de Maria
https://docs.google.com/document/d/1otHVxiyCa7l4a39IHOnp400yqMPox7awQsq09EAfq6U/edit?hl=pt_BR

Texto 2: Projetos na Escola
https://docs.google.com/document/d/15zk-hXXUOrsOyv3g_V0T-YiExEO1eqMA3BJMtljX1Ro/edit?hl=pt_BR&authkey=CL-C8ZEC


Professora Formadora: Joana Rodrigues Moreira Leite

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Iniciou a primeira turma do curso de LTD – Linguagem e Tecnologia Digital /NTM-Sinop


Na noite do dia 17 de maio iniciou na Escola Municipal de Educação Básica Basiliano do Carmo de Jesus a formação continuada em LTD – Linguagem e Tecnologia Digital oferecida pelo Núcleo Tecnológico Municipal Maria Tereza da Silveira Gava (NTM/Sinop) com parceria da SEDUC/CEFTE-MT (Coordenadoria de Formação em Tecnologia Educacional de Mato Grosso) e PROINFO/MEC.

Esse curso será realizado em quatro unidades, cuja as mesmas trarão reflexões que abordem temas significativos para a prática pedagógica referente ao uso de projetos de aprendizagem, alfabetização e letramento digital, o hipertexto e os novos gêneros textuais oriundos com a propagação da Internet, a ética e autoria no ciberespaço, a questão do internetês e como o professor está abordando essa realidade em sala de aula; dentre algumas ferramentas digitais: espaços wikis, blog, webquest, uso de softwares para histórias em quadrinhos, mapas conceituais e outras que venham contribuir para o processo de ensino/aprendizagem de linguagem.

A primeira unidade intitulada “Construindo um novo processo de ensino/aprendizagem pautado em práticas diversificadas” objetiva trazer reflexões inerentes ao processo de ensino/aprendizagem, envolvendo práticas diversificadas para a construção de conhecimento com uso de projetos pedagógicos como fator relevante para o envolvimento do educando nas atividades desenvolvidas pela escola. Nessa unidade serão apresentadas propostas de uso de ferramentas digitais que propõem uma aprendizagem colaborativa entre os participantes envolvidos no processo pedagógico, no sentido de repensar as atuais práticas na busca de novos saberes.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Mudanças necessárias na educação presencial

Mais ousadia


Enquanto a sociedade muda e experimenta desafios mais complexos, o ensino superior presencial e a distância continua, em geral, organizado de forma previsível, repetitiva, burocrática, pouco atraente. O seu discurso é inovador, mas a organização e a prática pedagógica em muitas instituições, são pouco arrojadas. Predomina uma visão conservadora, repetindo o que está consolidado, o que não oferece risco nem grandes tensões.
Não há receitas fáceis, nem medidas simples. Mas essa escola está envelhecida nos seus métodos, procedimentos, currículos. A maioria das instituições superiores se distancia velozmente da sociedade, das demandas atuais. Sobrevivem porque são os espaços obrigatórios para certificação. A maior parte do tempo, os alunos frequentam as aulas porque são obrigados, não por escolha real, por interesse, por motivação, por aproveitamento.
É absurdo que os cursos continuem centrados quase integralmente na sala de aula e que a educação a distância ainda seja vista com desconfiança, quando não com resistência ativa. Muitas áreas de conhecimento não admitem nem discutir a educação a distância. 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Facebook lança guia para educadores

 O Facebook lançou nesta semana um guia que pretende ajudar os professores do mundo todo a entender e aproveitar a mídia social na sala de aula. Para distribuir o Guia, e atender as dúvidas, sugestões e até interagir com os professores, foi criado um site, o Facebook for Educators (Facebook para Educadores). Neste site o material é disponibilizado gratuitamente para download.

O guia foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips, pelo mestre Derek Baird e pelo doutor BJ Fogg. Eles acreditam que os professores estão reconhecendo que precisam ter um melhor entendimento sobre o Facebook e utilizá-lo de forma positiva e produtiva para apoiar a educação dos alunos do século 21.

Segundo matéria publicada no Terra / Notícias sobre a novidade, Linda afirma que o Facebook influencia todos os aspectos da sociedade e está mudando a maneira de se comunicar e interagir. “Os professores precisam conhecer e entender essa tecnologia para que sejam capazes de atender às necessidades educacionais dos alunos de hoje. Também precisam saber ensinar e estimular seus alunos a serem bons ‘cidadãos digitais’”, diz. Ela afirma ainda que os educadores podem utilizar a mídia social como forma de aprendizado em sala de aula. “Os professores que entendem que uma das ferramentas mais poderosas para o ensino é também um meio que promove o entusiasmo pelo aprendizado, têm grande capacidade de engajar seus alunos em uma experiência de aprendizado ativa.

A ferramenta foi desenvolvida para oferecer informações atualizadas sobre o Facebook, além de conteúdo sobre como utilizar a mídia como uma ferramenta de suporte para a educação. Sabendo utilizar corretamente o Facebook, o professor é capaz de articular discussões, apoiar causas, divulgar eventos, estimular a participaçao dos alunos e até a contribuição em escrita colaborativa, por exemplo.

Nós, que trabalhos com mídia e educação, com certeza apoiamos a iniciativa, o único problema é que, por enquanto, tanto o site quanto o Guia são apresentados exclusivamente em inglês. Mas, segundo o Facebook, em breve será traduzido para outros idiomas.

Enquanto isso não acontece, quem se interessar por cursos que ensinam a administrar o Facebook para seu uso na educação, fique atento que em breve terei novidades!

Fonte: Sala Aberta

terça-feira, 10 de maio de 2011

CAMPUS GAÚCHO CRIA TECNOLOGIAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

O campus Bento Gonçalves, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, é notoriamente conhecido pelo desenvolvimento de tecnologias assistivas, que proporcionam melhorias consideráveis para a qualidade de vida de pessoas com deficiência. Atualmente, está desenvolvendo um protótipo de mouse de computador que futuramente poderá ser utilizado até por quem tem apenas um movimento corporal.

Já existem duas versões do equipamento, criadas pelo núcleo de atendimento às pessoas com necessidades especiais (Napne), e uma terceira está em andamento. Com ela, o usuário que tiver apenas um movimento corporal poderá acioná-lo. Por exemplo, se a pessoa tiver o movimento dos olhos para direita ou para esquerda, os eletrodos ajustados à sua face captarão e movimentarão o cursor. A estimativa de custo é de R$ 50,00.

O campus Bento Gonçalves idealizou também uma bengala que identifica poças de água em dias de chuva e dá o alerta para deficientes visuais. A bengala tem uma ponteira constituída por um sensor. Quando a poça de água é identificada, a bengala vibra e avisa o usuário.

“Estamos dando mais um passo na inclusão de pessoas com deficiência. É um trabalho de formiguinha, mas que tem um impacto gigantesco na vida de milhares, uma missão gratificante e que estimula a continuar buscando novas tecnologias”, afirma a reitora do instituto, Cláudia Shiedeck de Souza.


Fonte: portal.mec.gov.br/index.php

domingo, 1 de maio de 2011

Entrevista com José Armando Valente: Cultura Digital e escola

Salto – Em várias outras ocasiões, você aponta para certo receio dos professores em relação ao uso das tecnologias na educação. Qual é hoje o panorama desse uso das tecnologias, e em especial das tecnologias da informação e da comunicação, nos processos educacionais?José Valente – Nós nos referíamos ao uso das tecnologias, principalmente dos computadores, desvinculado do que acontecia na sala de aula. Os alunos tinham basicamente aula de informática.
Então, se ensinava Word, uma planilha, e tudo isso era desvinculado do que acontecia em sala de aula. Acho que isso mudou um pouco, nós não estamos mais tão vinculados a essa abordagem, embora muitas escolas ainda usem o laboratório de informática desvinculado do que acontece em sala de aula. É uma transição muito gradativa, e o professor está começando a aprender que essa tecnologia pode ser usada para desenvolver alguns assuntos relacionados ao que ele fala em sala de aula, relacionados com a disciplina. Começa-se a ter algum projeto usando tecnologia, professores complementando o que falam em sala de aula usando tecnologia, mas ainda vejo como um apêndice. Porque o controle de quem vai ao laboratório, quando se vai ao laboratório, em que circunstância se usa o laboratório, ainda é do professor. O aluno tem pouco controle desse processo. Com a possibilidade de se ter um computador para cada um, como chamamos o 'Projeto UCA' – um computador por aluno – esse aluno vai ter o computador na sua mochila, e aí eu penso que isso vai fazer uma mudança muito grande na maneira como essa tecnologia vai ser usada na sala de aula.

Professores são inseguros para usar tecnologia, diz estudo da Unicamp

por Felipe Oda, via Estadão | em Sábado, 23 Abril 2011 10:02


Professores da rede pública não se sentem seguros para aplicar a tecnologia na sala de aula. Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 253 docentes de escolas estaduais paulistas mostra que 85% deles não sabem usar o computador e seus recursos como ferramenta pedagógica. E perdem, assim, uma boa chance de capturar a atenção de seus alunos, naturalmente interessados pelas novidades tecnológicas.

Segundo os docentes, a dificuldade é atribuída, em geral, à deficiência na formação profissional e à falta de tempo, além do pouco incentivo para se aprimorarem e a infraestrutura deficiente no local de trabalho. O secretário- adjunto da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, João Cardoso Palma Filho, contesta as queixas dos professores. “Também há muita resistência dos docentes com a tecnologia”, afirma Palma.
Os professores entrevistados na pesquisa da Unicamp não sabem, por exemplo, usar um software simples como o Power Point, e relatam problemas com navegadores de internet. “Fazendo cursos já é difícil acompanhar a tecnologia. Imagine sem eles”, diz a professora da rede municipal Ana Maria Perressim. “O que sei e uso em sala de aula (de computador) aprendi por conta própria.”
O estudo foi realizado em 27 escolas de Campinas, a 100 quilômetros da capital, entre 2009 e 2010, mas a pesquisadora do Núcleo de Estudos Avançados em Psicologia Cognitiva e Comportamental (Neapsi) da Unicamp, Cacilda Encarnação Augusto Alvarenga, afirma que os resultados da amostra “são semelhantes no resto do País.”
Para Cacilda, “a falta de afinidade dos professores públicos com a tecnologia é comum”. Ela, que também é pedagoga, afirma que para 73% dos entrevistados a infraestrutura de informática disponível nas escolas é insuficiente. “E isso acaba desmotivando o professor”, avalia.
Os problemas são confirmados por Wilner Santos, 31 anos, docente de física e matemática da rede estadual que tenta, por conta própria, acompanhar o desenvolvimento tecnológico. “Falta investimento na sala de aula”, afirma. Ele pretende comprar um projetor e levar seu notebook pessoal para ajudar na aula. “A tecnologia motiva os alunos, mas não posso esperar pelos recursos do Estado.
Outro motivo que, segundo os docentes, afasta a tecnologia das salas de aula é a falta de cursos sobre o uso pedagógico do computador, assim como o pouco tempo que eles têm para o aprimoramento. No caso de Santos, para dominar o uso da tecnologia como ferramenta pedagógica, o jeito foi cursar uma pós-graduação em novas tecnologias para o ensino da matemática, curso a distância da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Formação descontinuada. “Mesmo confortáveis com o uso doméstico da tecnologia, alguns sentem dificuldade em transportá-la para a sala de aula”, reconhece a educadora e pesquisadora Márcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).
Segundo Adriano Canabarro Teixeira, pós-doutor em Educação a Distância pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a falta de capacitação para o uso da tecnologia nas aulas expõe os problemas na formação universitária para a docência. “Os cursos de licenciatura parecem desconhecer a tecnologia. A formação universitária não contempla discussões sobre isso. O professor não aprende a trabalhar com essa ferramenta.
Teixeira também ressalta que, apesar de todas as dificuldades, o professor não deve se “tornar vítima” nem aceitar esse papel. “Não é possível esperar pelas condições ideais para trabalhar. A situação ideal não chegará. Não podemos ignorar o potencial da tecnologia e, por isso, é preciso trabalhar com o que temos.

USO INTEGRAL

82% dos professores que mais usam tecnologia em sala de aula têm computador em casa há mais de três anos

ATUALIZAÇÃO

66% dos entrevistados já participaram de cursos de informática

PARTICIPAÇÃO

27% dos docentes pesquisados (menos de um terço) fizeram cursos para o uso didático da tecnologia

Fonte: Estadão

domingo, 24 de abril de 2011

Os desafios da linguagem no século XXI - Pedro Demo

De acordo com Pedro Demo "A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente." A escola ainda está dando os primeiros passos em relação ao uso da tecnologia enquanto lá fora a criança está em contato direto com diferentes formas tecnologicas. Demo diz que "A pedagogia precisa inventar um professor que já venha com uma cara diferente, não só para dar aulas e que seja tecnologicamente correto. Que mexa com as novas linguagens, que tenha blog, que participe desse mundo – isso é fundamental."

quarta-feira, 20 de abril de 2011

e-learning for Kids: educando através da Internet

No mundo complexo de hoje, o futuro das crianças depende de sua habilidade de dominar os conhecimentos básicos de leitura, ciências, matemática e informática. No entanto, os custos da formação, o número de alunos por sala e outras questões ainda impedem que as crianças tenham acesso a um ensino on-line de qualidade que apoie e reforce essas habilidades essenciais.

A visão do e-learning para Crianças é ser a fonte de aprendizagem para a infância na Internet – disponível em qualquer lugar e sem custos. Fundado no final de 2004, oe-Learning for Kids é uma entidade global, sem fins lucrativos, dedicada a um ensino lúdico e gratuito na internet para crianças de 5 a 12 anos. Oferece cursos gratuitos de matemática, ciências, leitura e digitação, e está construindo uma comunidade de pais e educadores para compartilhar inovações e percepções sobre a educação infantil.

O e-Learning for Kids não é só para crianças, mas também um site em que os pais se tornam mais comprometidos com a educação dos seus filhos; educadores e especialistas defendem o e-Learning e contribuem com seus conhecimentos para definir como as crianças aprendem melhor; a educação comercial e os desenvolvedores de games contribuem para a geração seguinte; as empresas e as associações canalizam os seus esforços de responsabilidade social; e pessoas apaixonadas pela educação infantil fazem a diferença.                   
A equipe de voluntários é compostas de pessoas comprometidas com a educação e especialistas em e-Learning, além de empresários de todo o mundo. Os membros dessa equipe concebem e desenvolvem a didática on-line, organizam e selecionam os recursos que possam servir de conteúdo educacional, colaboram com outras entidades educacionais, arrecadam fundos com as empresas e associações e sensibilizam a mídia e as escolas para a causa.
Para mais informações acesse: www.e-learningforkids.org                                    

terça-feira, 19 de abril de 2011

Educação a Distância trilha novos caminhos

 

Mesmo com dificuldades a enfrentar, a educação a distância vai na direção de se firmar como uma certeza pedagógica e não apenas como uma alternativa ao ensino presencial.

O ano de 2011 é um novo marco na regulação da Educação a Distância (EAD) no Brasil. Em janeiro, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou o fim da Secretaria de Ensino a Distância (Seed), há 15 anos a principal instância de regulação e direcionamento da modalidade no país. As possíveis conseqüên­cias da medida ainda são incertas, já que o MEC não se pronunciou oficialmente a respeito. Algo é certo, entretanto: apesar dos obstáculos a serem superados, a educação a distância começa a trilhar um caminho próprio, a sair da sombra e a influenciar o ensino presencial.

“Vivemos em um mundo onde a tecnologia muda o cenário dos ambientes de aprendizagem”, atesta o coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp, Klaus Schlünzen Junior.

O Brasil é o quinto maior país do mundo em conexão com a internet – são 81,3 milhões de usuários, de acordo com pesquisas de mercado. Ou seja, estudar virtualmente será cada vez mais comum.

O contexto da educação a distância no país – que desde 2003 tem um crescimento de matrículas maior do que o ensino presencial e tem sido usada como uma ferramenta de inclusão no ensino superior – mostra que a modalidade tem amadurecido e se firmado, inclusive dentro dos cursos presenciais, que podem oferecer 20% dos conteúdos a distância. Entretanto, a definição dos modelos pedagógicos, da regulação e do alcance dos cursos está longe de ser algo simples.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fala, Mestre! Palavra de quem entende de Educação




Entrevistas com especialistas de diversas áreas da Educação, organizadas por ordem alfabética de sobrenome

A Revista Nova Escola preparou uma coletânea de entrevistas com vários mestres da educação, abordando as diversas áreas de aprendizagens.

As entrevistas trazem reflexões relevantes para educadores que querem melhorar a prática pedagógica, vale a pena conferir. Clique aqui  e tenha uma boa leitura.

Pier Cesare Rivoltella: "Falta cultura digital na sala de aula"

Especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão diz que a tecnologia e seu conteúdo devem fazer parte do dia a dia escolar

Pier Cesare Rivoltella
O Brasil ainda engatinha quando se fala em inclusão digital nas escolas públicas. Até o ano passado, das 143 mil instituições de Ensino Fundamental do país, cerca de 17 mil contavam com laboratórios de informática, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Porém cresce nas faculdades de Educação a preocupação em formar profissionais preparados para lidar teoricamente com a linguagem das novas mídias e seu significado nas salas de aula. É para apoiar projetos como esse que o filósofo italiano Pier Cesare Rivoltella - , especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão, na Itália, visita o Brasil com freqüência. Ele orienta pesquisas sobre a relação entre jovens e internet do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), onde também dá aulas sobre Mídia e Educação, e acompanha pesquisas de mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina.

Para Rivoltella, os meios de comunicação dão impulso à inovação do ensino. “É a troca da abordagem tradicional – baseada na fala do professor à frente da sala de aula – pelo uso de mídias que favoreçam o trabalho em grupo mais ativo, dinâmico e criativo em todas as disciplinas.” O especialista, que também forma docentes da rede pública italiana, ainda sente uma certa resistência cultural quando se fala em tecnologia na sala de aula. “Os professores não são formados para lidar com elas”, afirma. No Brasil, o cenário não é muito diferente. “As experiências, geralmente, são voltadas para o conhecimento técnico dos meios de comunicação, não o crítico.”

Como os jovens se relacionam com as novas tecnologias?Pier Cesare Rivoltella Uma das maiores características desse público é o que chamamos de uma disposição multitarefa. Ele responde às mensagens do celular, ouve música no iPod, vê TV e fala com os amigos no Messenger – tudo ao mesmo tempo. Da mesma forma, ele sabe que acessar a internet pelo computador de casa ou pelo telefone celular é muito diferente. O computador, geralmente, é de toda a família e fica na sala. O celular é pessoal. Além disso, o jovem de hoje reconhece as especificidades de cada tecnologia e se adapta a elas. Ele pode sair pela cidade enquanto olha a tela do celular – o que é impossível na frente da tela de um computador. Fazer tudo isso simultaneamente é uma característica típica das novas gerações. Por um lado, isso lhes confere uma elaboração cognitiva muito rápida. Por outro, acaba deixando-os na superficialidade, pois não dá tempo de se aprofundar nos assuntos.

Instituto Ecofuturo lança Baú de Ideias para incentivar a escrita

Com o intuito de estimular a produção de textos e a participação em seu 7º Concurso Cultural, o Instituto Ecofuturo lançou o Baú de Ideias, uma compilação de sugestões para incentivar a escrita e despertar a criatividade. Além de inspirar os participantes do concurso, as ideias podem ser aproveitadas por professores em salas de aula e por estudantes interessados em explorar novos temas. A sétima edição do Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso, promovido pelo Instituto Ecofuturo, tem como foco o tema “Vamos cuidar da vida”. Crianças e jovens que estiverem cursando séries do ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio, estudantes das Escolas de Jovens e Adultos (EJA), professores, profissionais de biblioteca e educadores sociais podem se inscrever, até 30 de junho, pelo site do Instituto
 
 

 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dicas de utilização do You Tube e outros sites de vídeos em sala de aula - 47 sugestões

Retirado do Blog:http://cefapropva.blogspot.com/

O You Tube é um site com um excelente material para ser utilizado em nossas aulas, poderia ser mais explorado pelos professores. Este é um dos  posts mais populares no site  Free Tecnologia para Professores , 30 + Alternativas para o You Tube , ele  nos oferece diversas sugestões de sites com vídeos educacionais e outras ferramentas. Leia na íntegra o texto traduzido.

1. Escola Tube é um site dedicado à partilha de vídeos criados por alunos e professores. Escola Tube permite que professores e escolas possam criar seus próprios canais para a partilha de trabalhos dos alunos . Escola Tube também proporciona excelentes how-to de recursos, meios amigáveis ​​de direitos autorais e planos de aula para o uso de vídeo na sala de aula.
2. Teacher Tube  Professor Tube fornece vídeos gerados pelo usuário para os professores, pelos professores. Muitos dos vídeos no Teacher Tube têm professores compartilhar planos de aula em ação. Alguns vídeos de Professores do tube são simplesmente inspirador. E outros vídeos não têm professores ou alunos neles, mas não contêm lições de educação.

3. Teachers.tv é um site baseado no Reino Unido de vídeos para os professores e sobre o ensino. Teachers.tv oferece centenas de vídeos disponíveis para download gratuito. Em Teachers.tv há vídeos para todos os níveis escolares e áreas de conteúdo. Teachers.tvtambém tem vídeos sobre os métodos de ensino e práticas.