Sejam Bem Vindos!!!

Esse espaço surgiu para compartilharmos experiências e discutirmos sobre LTD (Linguagem e Tecnologia Digital). Educadores... participem deixando suas sugestões, manifestando sua opinião quanto ao uso das tecnologias digitais no processo de ensino/aprendizagem de linguagem.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Webquest: estratégias de pesquisa orientada e aprendizagem em rede


Todos nós educadores sabemos o quanto ainda é um desafio trabalhar com habilidades de pesquisa na escola. Quando pensamos na Web os desafios aumentam, tanto por ser um espaço que pode resultar em dispersão, inúmeras fontes nem sempre confiáveis e a facilidade de reprodução do conteúdo. Neste fórum iremos discutir de que maneira propostas de pesquisa orientada, como as Webquests, podem contribuir com a aprendizagem dos alunos. Como podemos contribuir para que os educandos de fato aprendam e transformem informações em conhecimentos significativos? Como elaborar roteiros desafiadores e que incentivem a construção e a socialização do conhecimento? De que forma você costuma propor trabalhos com pesquisa em sua escola? Contamos com a sua participação neste espaço!
Acessado: 01/08/2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Um exemplo de Inclusão Digital


Esse projeto implantado em algumas comunidades  pobres da India é um exemplo  a ser mostrado, mesmo sem muitos recursos podemos contribuir para a Inclusão Digital. Não precisamos de muitas máquinas, somente de pequenas atitudes que poderão influenciar toda uma vida que está em desenvolvimento, colaborando para um novo ser que tenha as mínimas condições de enfrentar as demandas sociais.

Assim como diz Paulo Freire:

"Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes."

Será que estamos tendo práticas coerentes?

Professora: Joana R.M Leite



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pesquisador defende que a interatividade abre espaço para uma nova forma de educação, muito mais colaborativa


por Marcelo Modesto

02 JUNHO 2011


Professor Marco Silva, da UERJ, defende a formação continuada dos professores



As mudanças na forma como nos comunicamos e nos informamos promoveram, nos últimos anos, novas oportunidades e desafios para a sociedade. Para o professor Marco Silva, da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), essas transformações impactam a educação de forma contundente, de tal maneira que a escola como a conhecemos estaria com os dias contados. Para Silva, que é sociólogo e doutor em educação pela USP, as escolas e os professores ainda estão presos ao padrão das comunicações de massa, enquanto a revolução das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) impulsiona o mundo para um novo modelo comunicacional: o da interatividade. Com dois livros publicados e o portal Sala de Aula Interativa, Silva conversou com o Instituto Claro sobre a formação de docentes para esse novo mundo e os conceitos de interação e interatividade. Confira a seguir:

Marco Silva - Antes de mais nada, esse conceito é muito utilizado mercadologicamente. Qualquer coisa que você fala que é interativa já cria uma adesão social. É uma palavra mágica, que está em sintonia com o espírito do tempo. Só isso já é um fenômeno curioso, e os teóricos da cibercultura explicam dizendo que o social - que sempre viveu como espectador de tudo - agora é coautor. Com os computadores, os celulares e as redes sociais que permitem esse tipo de coautoria e colaboração, vivemos um tempo em que o perfil comunicacional dos usuários está mudando. Essa transformação já foi desejada por muitos teóricos e artistas, como Augusto Boal [dramaturgo] ou o próprio Brecht [Bertolt Brecht, dramaturgo], e eu faço questão de discutir esse conceito por essa relevância. Porém, é preciso que nós, para entendermos melhor a cibercultura, busquemos uma palavra para explicar o que está em emergência agora. O que é? Uma nova dinâmica comunicacional, que não é a simples interação. Essa palavra, “interação”, carrega uma carga semântica muito grande: é usada na biologia, na física, na psicologia, entre outras áreas. Na comunicação, você tem interação entre o espectador e a TV, por exemplo. Mas não é isso que entendo por interatividade, que é quando o espectador vira coautor da mensagem e do processo comunicacional. Isso supõe algo mais que meramente assistir passivamente.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Desafios da educação na cultura digital


por Giulliana Bianconi
12 MAIO 2011
Foram necessários quase 40 anos para que a discussão sobre o uso das tecnologias na educação se estabelecesse na sociedade com uma certa prioridade. Dos anos 70, quando Seymor Papert criou a linguagem de programação LOGO para as crianças, até os dias de hoje, com as redes sociais invadindo a sala de aula, muito se falou, opinou e especulou sobre a “transformação” dos processos de ensino/aprendizagem. Entre a linguagem criada por Papert e o Facebook de Mark Zuckerberg uma nova cultura se estabeleceu e sacudiu a educação tradicional. Com as tecnologias digitais, os estudantes passaram a ter a oportunidade de aprender de forma mais autônoma, e outra dinâmica tende a se estabelecer entre o aluno e o professor.



Para discutir as tendências para a educação inserida na cultura digital, desde 2005 é lançado o “HorizonReport, reconhecido relatório anual que envolve universidades de diversos países e destaca o que será utilizado na aprendizagem entre um e cinco anos. Como a presença da cultura digital na educação muda de acordo com a realidade de cada região, o Instituto Claro destaca aqui como os temas Mobilidade e E-books - apontados pelo relatório como uma realidade para o período de um ano ou menos - estão sendo tratados no Brasil.

E-books: evolução para o software

Livros digitais estão espalhados aos montes em sites de domínio “.br”. Bibliotecas gratuitas, como a Domínio Público, a eBook Cult e a Brasiliana oferecem diversos títulos. Isso, entretanto, é só a ponta do iceberg. O que Eduardo Pellanda, coordenador do Laboratório de Pesquisa em Documentos Digitais da PUC-RS, destaca é que os e-books estão se transformando em softwares. “Eles ganham um formato próprio, mais interativos, e deixam de ser somente a transposição do livro de papel para o eletrônico. Isso mostra o ‘amadurecimento’ dos e-books na cultura digital, pois é natural que, trocando de meio, a forma de passar a mensagem também mude”, analisa ele, inspirado em Marshall McLuhan.

Infográfico- Professor, faça o teste e descubra o quanto você é empreendedor em suas ações

terça-feira, 7 de junho de 2011

Atividade Prática: Turma NTM/Sinop - Textos Compartilhados no Google Docs



Olá cursistas de LTD - Linguagem e Tecnologia Digital!!!

Vamos começar hoje nesse encontro presencial usar essa ferramenta para produção de textos colaborativos. Inicialmente para familiarizarmos com esse recurso, criaremos uma histórinha coletiva para testar a funcionalidade desse recurso. Posteriormente, no segundo link, faremos um texto colaborativo sobre Projetos na Escola. Vamos então para a nossa prática, acessem os links e contribuam nesses textos.


Texto 1 - O Sonho de Maria

Texto 2 - Projetos na Escola