Sejam Bem Vindos!!!

Esse espaço surgiu para compartilharmos experiências e discutirmos sobre LTD (Linguagem e Tecnologia Digital). Educadores... participem deixando suas sugestões, manifestando sua opinião quanto ao uso das tecnologias digitais no processo de ensino/aprendizagem de linguagem.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Blog ajuda professora a obter melhor desempenho dos alunos

Terça-feira, 09 de agosto de 2011 - 11:54
Juliana orienta os alunos sobre a tecnologia: “Ao usar o blog como ferramenta pedagógica, os estudantes demonstram mais cuidado com a própria escrita, o que favorece a aprendizagem” (foto: arquivo da professora)Temas relacionados à educação e às turmas com as quais trabalha são tratados basicamente nos blogs da professora Juliana Seabra Laudares, de Rolim de Moura (RO). Pedagoga, especializada em alfabetização, ela leciona na rede pública há 14 anos. Juliana dá aulas em turma do segundo ano do ensino fundamental da Escola Estadual Coronel Aluízio Pinheiro Ferreira, mas a experiência como professora inclui turmas de educação infantil e superior.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Hipertexto


Ao longo da história da humanidade a maioria dos registros feitos, em se tratando de narrativa textual, foram em forma de metanarrativas, que são as narrativas retóricas e lineares, com classificações hierárquicas e de forma que a leitura não é feita baseada em associações, como acontece no hipertexto. Tanto em registros religiosos quanto em livros didáticos a narrativa segue uma temporalidade linear, do mais antigo ao recente, de acontecimentos subseqüentes por períodos históricos, e por outros fatores próprios do projeto da modernidade. Porém no mundo contemporâneo nos deparamos com o excesso de informações e a urgência de seleção dessas informações. A estrutura de uma narrativa hipertextual vem permitir melhor desempenho nesta seleção de informações.
O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Coordenador Estadual de Tecnologia faz palestra para professores no Núcleo de Tecnologia Municipal de Sinop


Se não conseguir visualizar as fotos clique aqui ou no título da postagem
O Coordenador Estadual de Tecnologia, Edevamilton de Lima Oliveira, esteve na última segunda-feira, 01 de agosto ministrando uma palestra para professores que realizam cursos na área de tecnologia. O NTM de Sinop conta atualmente com quatro formações destinadas exclusivamente para professores e profissionais da educação, sendo os três primeiros cursos do ProInfo/MEC: Introdução à Educação Digital (40 horas), Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs (100 horas), PITEC – Projeto Integrado de Tecnologia no Currículo (40 horas) e o último, LTD – Linguagem e Tecnologia Digital (80 horas), disponibilizado na plataforma e-ProInfo/MEC, com parceria da Coordenadoria de Tecnologia de MT, elaborado pela formadora Joana R. Moreira Leite.

Como colaborador do curso de Linguagem e Tecnologia Digital, o professor Edevamilton reportou aos cursistas pontos relevantes de discussões que estão sendo abordados nessa formação. Além disso, fez falas significativas para todos que estavam presentes, tanto cursistas das demais formações ofertadas pelo NTM, como para representante da Secretaria Municipal de Educação, Profª Télvia Moura Marques, Coordenador do NTM-Sinop, Nilton Matsui; formadoras do NTM, Joana R. Moreira Leite e Leila Debortolli Bergonci, formadores do CEFAPRO e diretores escolares da rede municipal.

A palestra com o tema A TIC na formação continuada dos profissionais da educação em MT “convergindo” para um currículo com tecnologia despertou muita atenção por debater e trazer reflexões que as atuais demandas sociais e educacionais exigem, as tecnologias digitais são uma realidade no cotidiano escolar de alunos e professores, e nesse aspecto os profissionais da educação estão cada vez mais buscando se atualizar na área de tecnologia para que haja uma mudança de postura na sala de aula, oportunizando assim, melhorar cada vez mais a qualidade da educação da cidade de Sinop.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Webquest: estratégias de pesquisa orientada e aprendizagem em rede


Todos nós educadores sabemos o quanto ainda é um desafio trabalhar com habilidades de pesquisa na escola. Quando pensamos na Web os desafios aumentam, tanto por ser um espaço que pode resultar em dispersão, inúmeras fontes nem sempre confiáveis e a facilidade de reprodução do conteúdo. Neste fórum iremos discutir de que maneira propostas de pesquisa orientada, como as Webquests, podem contribuir com a aprendizagem dos alunos. Como podemos contribuir para que os educandos de fato aprendam e transformem informações em conhecimentos significativos? Como elaborar roteiros desafiadores e que incentivem a construção e a socialização do conhecimento? De que forma você costuma propor trabalhos com pesquisa em sua escola? Contamos com a sua participação neste espaço!
Acessado: 01/08/2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Um exemplo de Inclusão Digital


Esse projeto implantado em algumas comunidades  pobres da India é um exemplo  a ser mostrado, mesmo sem muitos recursos podemos contribuir para a Inclusão Digital. Não precisamos de muitas máquinas, somente de pequenas atitudes que poderão influenciar toda uma vida que está em desenvolvimento, colaborando para um novo ser que tenha as mínimas condições de enfrentar as demandas sociais.

Assim como diz Paulo Freire:

"Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes."

Será que estamos tendo práticas coerentes?

Professora: Joana R.M Leite



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pesquisador defende que a interatividade abre espaço para uma nova forma de educação, muito mais colaborativa


por Marcelo Modesto

02 JUNHO 2011


Professor Marco Silva, da UERJ, defende a formação continuada dos professores



As mudanças na forma como nos comunicamos e nos informamos promoveram, nos últimos anos, novas oportunidades e desafios para a sociedade. Para o professor Marco Silva, da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), essas transformações impactam a educação de forma contundente, de tal maneira que a escola como a conhecemos estaria com os dias contados. Para Silva, que é sociólogo e doutor em educação pela USP, as escolas e os professores ainda estão presos ao padrão das comunicações de massa, enquanto a revolução das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) impulsiona o mundo para um novo modelo comunicacional: o da interatividade. Com dois livros publicados e o portal Sala de Aula Interativa, Silva conversou com o Instituto Claro sobre a formação de docentes para esse novo mundo e os conceitos de interação e interatividade. Confira a seguir:

Marco Silva - Antes de mais nada, esse conceito é muito utilizado mercadologicamente. Qualquer coisa que você fala que é interativa já cria uma adesão social. É uma palavra mágica, que está em sintonia com o espírito do tempo. Só isso já é um fenômeno curioso, e os teóricos da cibercultura explicam dizendo que o social - que sempre viveu como espectador de tudo - agora é coautor. Com os computadores, os celulares e as redes sociais que permitem esse tipo de coautoria e colaboração, vivemos um tempo em que o perfil comunicacional dos usuários está mudando. Essa transformação já foi desejada por muitos teóricos e artistas, como Augusto Boal [dramaturgo] ou o próprio Brecht [Bertolt Brecht, dramaturgo], e eu faço questão de discutir esse conceito por essa relevância. Porém, é preciso que nós, para entendermos melhor a cibercultura, busquemos uma palavra para explicar o que está em emergência agora. O que é? Uma nova dinâmica comunicacional, que não é a simples interação. Essa palavra, “interação”, carrega uma carga semântica muito grande: é usada na biologia, na física, na psicologia, entre outras áreas. Na comunicação, você tem interação entre o espectador e a TV, por exemplo. Mas não é isso que entendo por interatividade, que é quando o espectador vira coautor da mensagem e do processo comunicacional. Isso supõe algo mais que meramente assistir passivamente.