Sejam Bem Vindos!!!

Esse espaço surgiu para compartilharmos experiências e discutirmos sobre LTD (Linguagem e Tecnologia Digital). Educadores... participem deixando suas sugestões, manifestando sua opinião quanto ao uso das tecnologias digitais no processo de ensino/aprendizagem de linguagem.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Encerramento do curso de LTD – Linguagem e Tecnologia Digital



No dia 11 de novembro de 2011 houve o encerramento do Curso de LTD – Linguagem e Tecnologia Digital ofertado pelo NTM – Sinop, com carga horária de 80 horas, sendo 50 horas de atividades teóricas no ambiente e-ProInfo e as outras 30 horas com encontros presencias de atividades práticas envolvendo WiKispaces, Google Docs, Jogos Pedagógicos de Alfabetização e Letramento, Blogs, HQ, Máquina de Quadrinhos da Turma da Mônica, Webquest, Mapas Conceituais e outros. 
A formadora em Tecnologia Educacional e com formação em Letras, Joana Rodrigues Moreira Leite, escreveu esse projeto de curso procurando dar continuidade às formações ofertadas pelo e-ProInfo (Curso de Introdução à Educação Digital, TIC - Tecnologias em Educação: Ensinando e Aprendendo com as TIC e PITEC – Projeto Integrado de Tecnologia ao Currículo), já que alguns profissionais de educação do município concluíam essas etapas e não tinham outras formações para continuar as reflexões, as discussões e as aprendizagens.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Entrevista David Crystal - Educar para Crescer

Olá, caros cursistas!!!

Como material complementar ao curso de LTD, indico essa entrevista de David Crystal que está no site Educar para Crescer abordando o tema "Uma revolução sem gramática". A fala dele vem de encontro com as nossas discussões atuais. Vale a pena ler.
Abraços a todos!!!

Entrevista David Crystal - Educar para Crescer

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Blog ajuda professora a obter melhor desempenho dos alunos

Terça-feira, 09 de agosto de 2011 - 11:54
Juliana orienta os alunos sobre a tecnologia: “Ao usar o blog como ferramenta pedagógica, os estudantes demonstram mais cuidado com a própria escrita, o que favorece a aprendizagem” (foto: arquivo da professora)Temas relacionados à educação e às turmas com as quais trabalha são tratados basicamente nos blogs da professora Juliana Seabra Laudares, de Rolim de Moura (RO). Pedagoga, especializada em alfabetização, ela leciona na rede pública há 14 anos. Juliana dá aulas em turma do segundo ano do ensino fundamental da Escola Estadual Coronel Aluízio Pinheiro Ferreira, mas a experiência como professora inclui turmas de educação infantil e superior.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Hipertexto


Ao longo da história da humanidade a maioria dos registros feitos, em se tratando de narrativa textual, foram em forma de metanarrativas, que são as narrativas retóricas e lineares, com classificações hierárquicas e de forma que a leitura não é feita baseada em associações, como acontece no hipertexto. Tanto em registros religiosos quanto em livros didáticos a narrativa segue uma temporalidade linear, do mais antigo ao recente, de acontecimentos subseqüentes por períodos históricos, e por outros fatores próprios do projeto da modernidade. Porém no mundo contemporâneo nos deparamos com o excesso de informações e a urgência de seleção dessas informações. A estrutura de uma narrativa hipertextual vem permitir melhor desempenho nesta seleção de informações.
O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Coordenador Estadual de Tecnologia faz palestra para professores no Núcleo de Tecnologia Municipal de Sinop


Se não conseguir visualizar as fotos clique aqui ou no título da postagem
O Coordenador Estadual de Tecnologia, Edevamilton de Lima Oliveira, esteve na última segunda-feira, 01 de agosto ministrando uma palestra para professores que realizam cursos na área de tecnologia. O NTM de Sinop conta atualmente com quatro formações destinadas exclusivamente para professores e profissionais da educação, sendo os três primeiros cursos do ProInfo/MEC: Introdução à Educação Digital (40 horas), Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs (100 horas), PITEC – Projeto Integrado de Tecnologia no Currículo (40 horas) e o último, LTD – Linguagem e Tecnologia Digital (80 horas), disponibilizado na plataforma e-ProInfo/MEC, com parceria da Coordenadoria de Tecnologia de MT, elaborado pela formadora Joana R. Moreira Leite.

Como colaborador do curso de Linguagem e Tecnologia Digital, o professor Edevamilton reportou aos cursistas pontos relevantes de discussões que estão sendo abordados nessa formação. Além disso, fez falas significativas para todos que estavam presentes, tanto cursistas das demais formações ofertadas pelo NTM, como para representante da Secretaria Municipal de Educação, Profª Télvia Moura Marques, Coordenador do NTM-Sinop, Nilton Matsui; formadoras do NTM, Joana R. Moreira Leite e Leila Debortolli Bergonci, formadores do CEFAPRO e diretores escolares da rede municipal.

A palestra com o tema A TIC na formação continuada dos profissionais da educação em MT “convergindo” para um currículo com tecnologia despertou muita atenção por debater e trazer reflexões que as atuais demandas sociais e educacionais exigem, as tecnologias digitais são uma realidade no cotidiano escolar de alunos e professores, e nesse aspecto os profissionais da educação estão cada vez mais buscando se atualizar na área de tecnologia para que haja uma mudança de postura na sala de aula, oportunizando assim, melhorar cada vez mais a qualidade da educação da cidade de Sinop.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Webquest: estratégias de pesquisa orientada e aprendizagem em rede


Todos nós educadores sabemos o quanto ainda é um desafio trabalhar com habilidades de pesquisa na escola. Quando pensamos na Web os desafios aumentam, tanto por ser um espaço que pode resultar em dispersão, inúmeras fontes nem sempre confiáveis e a facilidade de reprodução do conteúdo. Neste fórum iremos discutir de que maneira propostas de pesquisa orientada, como as Webquests, podem contribuir com a aprendizagem dos alunos. Como podemos contribuir para que os educandos de fato aprendam e transformem informações em conhecimentos significativos? Como elaborar roteiros desafiadores e que incentivem a construção e a socialização do conhecimento? De que forma você costuma propor trabalhos com pesquisa em sua escola? Contamos com a sua participação neste espaço!
Acessado: 01/08/2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Um exemplo de Inclusão Digital


Esse projeto implantado em algumas comunidades  pobres da India é um exemplo  a ser mostrado, mesmo sem muitos recursos podemos contribuir para a Inclusão Digital. Não precisamos de muitas máquinas, somente de pequenas atitudes que poderão influenciar toda uma vida que está em desenvolvimento, colaborando para um novo ser que tenha as mínimas condições de enfrentar as demandas sociais.

Assim como diz Paulo Freire:

"Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes."

Será que estamos tendo práticas coerentes?

Professora: Joana R.M Leite



quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pesquisador defende que a interatividade abre espaço para uma nova forma de educação, muito mais colaborativa


por Marcelo Modesto

02 JUNHO 2011


Professor Marco Silva, da UERJ, defende a formação continuada dos professores



As mudanças na forma como nos comunicamos e nos informamos promoveram, nos últimos anos, novas oportunidades e desafios para a sociedade. Para o professor Marco Silva, da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), essas transformações impactam a educação de forma contundente, de tal maneira que a escola como a conhecemos estaria com os dias contados. Para Silva, que é sociólogo e doutor em educação pela USP, as escolas e os professores ainda estão presos ao padrão das comunicações de massa, enquanto a revolução das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) impulsiona o mundo para um novo modelo comunicacional: o da interatividade. Com dois livros publicados e o portal Sala de Aula Interativa, Silva conversou com o Instituto Claro sobre a formação de docentes para esse novo mundo e os conceitos de interação e interatividade. Confira a seguir:

Marco Silva - Antes de mais nada, esse conceito é muito utilizado mercadologicamente. Qualquer coisa que você fala que é interativa já cria uma adesão social. É uma palavra mágica, que está em sintonia com o espírito do tempo. Só isso já é um fenômeno curioso, e os teóricos da cibercultura explicam dizendo que o social - que sempre viveu como espectador de tudo - agora é coautor. Com os computadores, os celulares e as redes sociais que permitem esse tipo de coautoria e colaboração, vivemos um tempo em que o perfil comunicacional dos usuários está mudando. Essa transformação já foi desejada por muitos teóricos e artistas, como Augusto Boal [dramaturgo] ou o próprio Brecht [Bertolt Brecht, dramaturgo], e eu faço questão de discutir esse conceito por essa relevância. Porém, é preciso que nós, para entendermos melhor a cibercultura, busquemos uma palavra para explicar o que está em emergência agora. O que é? Uma nova dinâmica comunicacional, que não é a simples interação. Essa palavra, “interação”, carrega uma carga semântica muito grande: é usada na biologia, na física, na psicologia, entre outras áreas. Na comunicação, você tem interação entre o espectador e a TV, por exemplo. Mas não é isso que entendo por interatividade, que é quando o espectador vira coautor da mensagem e do processo comunicacional. Isso supõe algo mais que meramente assistir passivamente.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Desafios da educação na cultura digital


por Giulliana Bianconi
12 MAIO 2011
Foram necessários quase 40 anos para que a discussão sobre o uso das tecnologias na educação se estabelecesse na sociedade com uma certa prioridade. Dos anos 70, quando Seymor Papert criou a linguagem de programação LOGO para as crianças, até os dias de hoje, com as redes sociais invadindo a sala de aula, muito se falou, opinou e especulou sobre a “transformação” dos processos de ensino/aprendizagem. Entre a linguagem criada por Papert e o Facebook de Mark Zuckerberg uma nova cultura se estabeleceu e sacudiu a educação tradicional. Com as tecnologias digitais, os estudantes passaram a ter a oportunidade de aprender de forma mais autônoma, e outra dinâmica tende a se estabelecer entre o aluno e o professor.



Para discutir as tendências para a educação inserida na cultura digital, desde 2005 é lançado o “HorizonReport, reconhecido relatório anual que envolve universidades de diversos países e destaca o que será utilizado na aprendizagem entre um e cinco anos. Como a presença da cultura digital na educação muda de acordo com a realidade de cada região, o Instituto Claro destaca aqui como os temas Mobilidade e E-books - apontados pelo relatório como uma realidade para o período de um ano ou menos - estão sendo tratados no Brasil.

E-books: evolução para o software

Livros digitais estão espalhados aos montes em sites de domínio “.br”. Bibliotecas gratuitas, como a Domínio Público, a eBook Cult e a Brasiliana oferecem diversos títulos. Isso, entretanto, é só a ponta do iceberg. O que Eduardo Pellanda, coordenador do Laboratório de Pesquisa em Documentos Digitais da PUC-RS, destaca é que os e-books estão se transformando em softwares. “Eles ganham um formato próprio, mais interativos, e deixam de ser somente a transposição do livro de papel para o eletrônico. Isso mostra o ‘amadurecimento’ dos e-books na cultura digital, pois é natural que, trocando de meio, a forma de passar a mensagem também mude”, analisa ele, inspirado em Marshall McLuhan.

Infográfico- Professor, faça o teste e descubra o quanto você é empreendedor em suas ações

terça-feira, 7 de junho de 2011

Atividade Prática: Turma NTM/Sinop - Textos Compartilhados no Google Docs



Olá cursistas de LTD - Linguagem e Tecnologia Digital!!!

Vamos começar hoje nesse encontro presencial usar essa ferramenta para produção de textos colaborativos. Inicialmente para familiarizarmos com esse recurso, criaremos uma histórinha coletiva para testar a funcionalidade desse recurso. Posteriormente, no segundo link, faremos um texto colaborativo sobre Projetos na Escola. Vamos então para a nossa prática, acessem os links e contribuam nesses textos.


Texto 1 - O Sonho de Maria

Texto 2 - Projetos na Escola

terça-feira, 31 de maio de 2011

Atividade Prática: Turma EMEB. Basiliano - História compartilhada no Google Docs

Olá cursistas de LTD - Linguagem e Tecnologia Digital!!!!

O Google Docs, é um pacote de aplicativos do Google baseado em AJAX. Funciona totalmente on-line diretamente no browser. Os aplicativos são compatíveis com o OpenOffice.org/BrOffice.org, KOffice e Microsoft Office, e atualmente compõe-se de um processador de texto, um editor de apresentações, um editor de planilhas e um editor de formulários. Originalmente, o processador de texto foi desenvolvido a parte, sob o nome Writely, e comprado pelo Google meses depois. Alguns dos recursos mais peculiares são a portabilidade de documentos, que permite a edição do mesmo documento por mais de um usuário e o recurso de publicação direta em blog. Os aplicativos permitem a compilação em PDF.
Fonte: Wikipedia

Vamos começar hoje nesse encontro presencial usar essa ferramenta para produção de textos colaborativos. Inicialmente para familiarizarmos com esse recurso, criaremos uma histórinha coletiva para testar a funcionalidade desse recurso. Posteriormente, no segundo link, faremos um texto colaborativo sobre Projetos na Escola. Vamos então para a nossa prática, acessem os links e contribuam nesses textos.

Texto 1: Sonho de Maria
https://docs.google.com/document/d/1otHVxiyCa7l4a39IHOnp400yqMPox7awQsq09EAfq6U/edit?hl=pt_BR

Texto 2: Projetos na Escola
https://docs.google.com/document/d/15zk-hXXUOrsOyv3g_V0T-YiExEO1eqMA3BJMtljX1Ro/edit?hl=pt_BR&authkey=CL-C8ZEC


Professora Formadora: Joana Rodrigues Moreira Leite

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Iniciou a primeira turma do curso de LTD – Linguagem e Tecnologia Digital /NTM-Sinop


Na noite do dia 17 de maio iniciou na Escola Municipal de Educação Básica Basiliano do Carmo de Jesus a formação continuada em LTD – Linguagem e Tecnologia Digital oferecida pelo Núcleo Tecnológico Municipal Maria Tereza da Silveira Gava (NTM/Sinop) com parceria da SEDUC/CEFTE-MT (Coordenadoria de Formação em Tecnologia Educacional de Mato Grosso) e PROINFO/MEC.

Esse curso será realizado em quatro unidades, cuja as mesmas trarão reflexões que abordem temas significativos para a prática pedagógica referente ao uso de projetos de aprendizagem, alfabetização e letramento digital, o hipertexto e os novos gêneros textuais oriundos com a propagação da Internet, a ética e autoria no ciberespaço, a questão do internetês e como o professor está abordando essa realidade em sala de aula; dentre algumas ferramentas digitais: espaços wikis, blog, webquest, uso de softwares para histórias em quadrinhos, mapas conceituais e outras que venham contribuir para o processo de ensino/aprendizagem de linguagem.

A primeira unidade intitulada “Construindo um novo processo de ensino/aprendizagem pautado em práticas diversificadas” objetiva trazer reflexões inerentes ao processo de ensino/aprendizagem, envolvendo práticas diversificadas para a construção de conhecimento com uso de projetos pedagógicos como fator relevante para o envolvimento do educando nas atividades desenvolvidas pela escola. Nessa unidade serão apresentadas propostas de uso de ferramentas digitais que propõem uma aprendizagem colaborativa entre os participantes envolvidos no processo pedagógico, no sentido de repensar as atuais práticas na busca de novos saberes.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Mudanças necessárias na educação presencial

Mais ousadia


Enquanto a sociedade muda e experimenta desafios mais complexos, o ensino superior presencial e a distância continua, em geral, organizado de forma previsível, repetitiva, burocrática, pouco atraente. O seu discurso é inovador, mas a organização e a prática pedagógica em muitas instituições, são pouco arrojadas. Predomina uma visão conservadora, repetindo o que está consolidado, o que não oferece risco nem grandes tensões.
Não há receitas fáceis, nem medidas simples. Mas essa escola está envelhecida nos seus métodos, procedimentos, currículos. A maioria das instituições superiores se distancia velozmente da sociedade, das demandas atuais. Sobrevivem porque são os espaços obrigatórios para certificação. A maior parte do tempo, os alunos frequentam as aulas porque são obrigados, não por escolha real, por interesse, por motivação, por aproveitamento.
É absurdo que os cursos continuem centrados quase integralmente na sala de aula e que a educação a distância ainda seja vista com desconfiança, quando não com resistência ativa. Muitas áreas de conhecimento não admitem nem discutir a educação a distância. 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Facebook lança guia para educadores

 O Facebook lançou nesta semana um guia que pretende ajudar os professores do mundo todo a entender e aproveitar a mídia social na sala de aula. Para distribuir o Guia, e atender as dúvidas, sugestões e até interagir com os professores, foi criado um site, o Facebook for Educators (Facebook para Educadores). Neste site o material é disponibilizado gratuitamente para download.

O guia foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips, pelo mestre Derek Baird e pelo doutor BJ Fogg. Eles acreditam que os professores estão reconhecendo que precisam ter um melhor entendimento sobre o Facebook e utilizá-lo de forma positiva e produtiva para apoiar a educação dos alunos do século 21.

Segundo matéria publicada no Terra / Notícias sobre a novidade, Linda afirma que o Facebook influencia todos os aspectos da sociedade e está mudando a maneira de se comunicar e interagir. “Os professores precisam conhecer e entender essa tecnologia para que sejam capazes de atender às necessidades educacionais dos alunos de hoje. Também precisam saber ensinar e estimular seus alunos a serem bons ‘cidadãos digitais’”, diz. Ela afirma ainda que os educadores podem utilizar a mídia social como forma de aprendizado em sala de aula. “Os professores que entendem que uma das ferramentas mais poderosas para o ensino é também um meio que promove o entusiasmo pelo aprendizado, têm grande capacidade de engajar seus alunos em uma experiência de aprendizado ativa.

A ferramenta foi desenvolvida para oferecer informações atualizadas sobre o Facebook, além de conteúdo sobre como utilizar a mídia como uma ferramenta de suporte para a educação. Sabendo utilizar corretamente o Facebook, o professor é capaz de articular discussões, apoiar causas, divulgar eventos, estimular a participaçao dos alunos e até a contribuição em escrita colaborativa, por exemplo.

Nós, que trabalhos com mídia e educação, com certeza apoiamos a iniciativa, o único problema é que, por enquanto, tanto o site quanto o Guia são apresentados exclusivamente em inglês. Mas, segundo o Facebook, em breve será traduzido para outros idiomas.

Enquanto isso não acontece, quem se interessar por cursos que ensinam a administrar o Facebook para seu uso na educação, fique atento que em breve terei novidades!

Fonte: Sala Aberta

terça-feira, 10 de maio de 2011

CAMPUS GAÚCHO CRIA TECNOLOGIAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

O campus Bento Gonçalves, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, é notoriamente conhecido pelo desenvolvimento de tecnologias assistivas, que proporcionam melhorias consideráveis para a qualidade de vida de pessoas com deficiência. Atualmente, está desenvolvendo um protótipo de mouse de computador que futuramente poderá ser utilizado até por quem tem apenas um movimento corporal.

Já existem duas versões do equipamento, criadas pelo núcleo de atendimento às pessoas com necessidades especiais (Napne), e uma terceira está em andamento. Com ela, o usuário que tiver apenas um movimento corporal poderá acioná-lo. Por exemplo, se a pessoa tiver o movimento dos olhos para direita ou para esquerda, os eletrodos ajustados à sua face captarão e movimentarão o cursor. A estimativa de custo é de R$ 50,00.

O campus Bento Gonçalves idealizou também uma bengala que identifica poças de água em dias de chuva e dá o alerta para deficientes visuais. A bengala tem uma ponteira constituída por um sensor. Quando a poça de água é identificada, a bengala vibra e avisa o usuário.

“Estamos dando mais um passo na inclusão de pessoas com deficiência. É um trabalho de formiguinha, mas que tem um impacto gigantesco na vida de milhares, uma missão gratificante e que estimula a continuar buscando novas tecnologias”, afirma a reitora do instituto, Cláudia Shiedeck de Souza.


Fonte: portal.mec.gov.br/index.php

domingo, 1 de maio de 2011

Entrevista com José Armando Valente: Cultura Digital e escola

Salto – Em várias outras ocasiões, você aponta para certo receio dos professores em relação ao uso das tecnologias na educação. Qual é hoje o panorama desse uso das tecnologias, e em especial das tecnologias da informação e da comunicação, nos processos educacionais?José Valente – Nós nos referíamos ao uso das tecnologias, principalmente dos computadores, desvinculado do que acontecia na sala de aula. Os alunos tinham basicamente aula de informática.
Então, se ensinava Word, uma planilha, e tudo isso era desvinculado do que acontecia em sala de aula. Acho que isso mudou um pouco, nós não estamos mais tão vinculados a essa abordagem, embora muitas escolas ainda usem o laboratório de informática desvinculado do que acontece em sala de aula. É uma transição muito gradativa, e o professor está começando a aprender que essa tecnologia pode ser usada para desenvolver alguns assuntos relacionados ao que ele fala em sala de aula, relacionados com a disciplina. Começa-se a ter algum projeto usando tecnologia, professores complementando o que falam em sala de aula usando tecnologia, mas ainda vejo como um apêndice. Porque o controle de quem vai ao laboratório, quando se vai ao laboratório, em que circunstância se usa o laboratório, ainda é do professor. O aluno tem pouco controle desse processo. Com a possibilidade de se ter um computador para cada um, como chamamos o 'Projeto UCA' – um computador por aluno – esse aluno vai ter o computador na sua mochila, e aí eu penso que isso vai fazer uma mudança muito grande na maneira como essa tecnologia vai ser usada na sala de aula.

Professores são inseguros para usar tecnologia, diz estudo da Unicamp

por Felipe Oda, via Estadão | em Sábado, 23 Abril 2011 10:02


Professores da rede pública não se sentem seguros para aplicar a tecnologia na sala de aula. Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 253 docentes de escolas estaduais paulistas mostra que 85% deles não sabem usar o computador e seus recursos como ferramenta pedagógica. E perdem, assim, uma boa chance de capturar a atenção de seus alunos, naturalmente interessados pelas novidades tecnológicas.

Segundo os docentes, a dificuldade é atribuída, em geral, à deficiência na formação profissional e à falta de tempo, além do pouco incentivo para se aprimorarem e a infraestrutura deficiente no local de trabalho. O secretário- adjunto da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, João Cardoso Palma Filho, contesta as queixas dos professores. “Também há muita resistência dos docentes com a tecnologia”, afirma Palma.
Os professores entrevistados na pesquisa da Unicamp não sabem, por exemplo, usar um software simples como o Power Point, e relatam problemas com navegadores de internet. “Fazendo cursos já é difícil acompanhar a tecnologia. Imagine sem eles”, diz a professora da rede municipal Ana Maria Perressim. “O que sei e uso em sala de aula (de computador) aprendi por conta própria.”
O estudo foi realizado em 27 escolas de Campinas, a 100 quilômetros da capital, entre 2009 e 2010, mas a pesquisadora do Núcleo de Estudos Avançados em Psicologia Cognitiva e Comportamental (Neapsi) da Unicamp, Cacilda Encarnação Augusto Alvarenga, afirma que os resultados da amostra “são semelhantes no resto do País.”
Para Cacilda, “a falta de afinidade dos professores públicos com a tecnologia é comum”. Ela, que também é pedagoga, afirma que para 73% dos entrevistados a infraestrutura de informática disponível nas escolas é insuficiente. “E isso acaba desmotivando o professor”, avalia.
Os problemas são confirmados por Wilner Santos, 31 anos, docente de física e matemática da rede estadual que tenta, por conta própria, acompanhar o desenvolvimento tecnológico. “Falta investimento na sala de aula”, afirma. Ele pretende comprar um projetor e levar seu notebook pessoal para ajudar na aula. “A tecnologia motiva os alunos, mas não posso esperar pelos recursos do Estado.
Outro motivo que, segundo os docentes, afasta a tecnologia das salas de aula é a falta de cursos sobre o uso pedagógico do computador, assim como o pouco tempo que eles têm para o aprimoramento. No caso de Santos, para dominar o uso da tecnologia como ferramenta pedagógica, o jeito foi cursar uma pós-graduação em novas tecnologias para o ensino da matemática, curso a distância da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Formação descontinuada. “Mesmo confortáveis com o uso doméstico da tecnologia, alguns sentem dificuldade em transportá-la para a sala de aula”, reconhece a educadora e pesquisadora Márcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).
Segundo Adriano Canabarro Teixeira, pós-doutor em Educação a Distância pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a falta de capacitação para o uso da tecnologia nas aulas expõe os problemas na formação universitária para a docência. “Os cursos de licenciatura parecem desconhecer a tecnologia. A formação universitária não contempla discussões sobre isso. O professor não aprende a trabalhar com essa ferramenta.
Teixeira também ressalta que, apesar de todas as dificuldades, o professor não deve se “tornar vítima” nem aceitar esse papel. “Não é possível esperar pelas condições ideais para trabalhar. A situação ideal não chegará. Não podemos ignorar o potencial da tecnologia e, por isso, é preciso trabalhar com o que temos.

USO INTEGRAL

82% dos professores que mais usam tecnologia em sala de aula têm computador em casa há mais de três anos

ATUALIZAÇÃO

66% dos entrevistados já participaram de cursos de informática

PARTICIPAÇÃO

27% dos docentes pesquisados (menos de um terço) fizeram cursos para o uso didático da tecnologia

Fonte: Estadão

domingo, 24 de abril de 2011

Os desafios da linguagem no século XXI - Pedro Demo

De acordo com Pedro Demo "A linguagem do século XXI – tecnologia, internet – permite uma forma de aprendizado diferente." A escola ainda está dando os primeiros passos em relação ao uso da tecnologia enquanto lá fora a criança está em contato direto com diferentes formas tecnologicas. Demo diz que "A pedagogia precisa inventar um professor que já venha com uma cara diferente, não só para dar aulas e que seja tecnologicamente correto. Que mexa com as novas linguagens, que tenha blog, que participe desse mundo – isso é fundamental."

quarta-feira, 20 de abril de 2011

e-learning for Kids: educando através da Internet

No mundo complexo de hoje, o futuro das crianças depende de sua habilidade de dominar os conhecimentos básicos de leitura, ciências, matemática e informática. No entanto, os custos da formação, o número de alunos por sala e outras questões ainda impedem que as crianças tenham acesso a um ensino on-line de qualidade que apoie e reforce essas habilidades essenciais.

A visão do e-learning para Crianças é ser a fonte de aprendizagem para a infância na Internet – disponível em qualquer lugar e sem custos. Fundado no final de 2004, oe-Learning for Kids é uma entidade global, sem fins lucrativos, dedicada a um ensino lúdico e gratuito na internet para crianças de 5 a 12 anos. Oferece cursos gratuitos de matemática, ciências, leitura e digitação, e está construindo uma comunidade de pais e educadores para compartilhar inovações e percepções sobre a educação infantil.

O e-Learning for Kids não é só para crianças, mas também um site em que os pais se tornam mais comprometidos com a educação dos seus filhos; educadores e especialistas defendem o e-Learning e contribuem com seus conhecimentos para definir como as crianças aprendem melhor; a educação comercial e os desenvolvedores de games contribuem para a geração seguinte; as empresas e as associações canalizam os seus esforços de responsabilidade social; e pessoas apaixonadas pela educação infantil fazem a diferença.                   
A equipe de voluntários é compostas de pessoas comprometidas com a educação e especialistas em e-Learning, além de empresários de todo o mundo. Os membros dessa equipe concebem e desenvolvem a didática on-line, organizam e selecionam os recursos que possam servir de conteúdo educacional, colaboram com outras entidades educacionais, arrecadam fundos com as empresas e associações e sensibilizam a mídia e as escolas para a causa.
Para mais informações acesse: www.e-learningforkids.org                                    

terça-feira, 19 de abril de 2011

Educação a Distância trilha novos caminhos

 

Mesmo com dificuldades a enfrentar, a educação a distância vai na direção de se firmar como uma certeza pedagógica e não apenas como uma alternativa ao ensino presencial.

O ano de 2011 é um novo marco na regulação da Educação a Distância (EAD) no Brasil. Em janeiro, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou o fim da Secretaria de Ensino a Distância (Seed), há 15 anos a principal instância de regulação e direcionamento da modalidade no país. As possíveis conseqüên­cias da medida ainda são incertas, já que o MEC não se pronunciou oficialmente a respeito. Algo é certo, entretanto: apesar dos obstáculos a serem superados, a educação a distância começa a trilhar um caminho próprio, a sair da sombra e a influenciar o ensino presencial.

“Vivemos em um mundo onde a tecnologia muda o cenário dos ambientes de aprendizagem”, atesta o coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp, Klaus Schlünzen Junior.

O Brasil é o quinto maior país do mundo em conexão com a internet – são 81,3 milhões de usuários, de acordo com pesquisas de mercado. Ou seja, estudar virtualmente será cada vez mais comum.

O contexto da educação a distância no país – que desde 2003 tem um crescimento de matrículas maior do que o ensino presencial e tem sido usada como uma ferramenta de inclusão no ensino superior – mostra que a modalidade tem amadurecido e se firmado, inclusive dentro dos cursos presenciais, que podem oferecer 20% dos conteúdos a distância. Entretanto, a definição dos modelos pedagógicos, da regulação e do alcance dos cursos está longe de ser algo simples.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fala, Mestre! Palavra de quem entende de Educação




Entrevistas com especialistas de diversas áreas da Educação, organizadas por ordem alfabética de sobrenome

A Revista Nova Escola preparou uma coletânea de entrevistas com vários mestres da educação, abordando as diversas áreas de aprendizagens.

As entrevistas trazem reflexões relevantes para educadores que querem melhorar a prática pedagógica, vale a pena conferir. Clique aqui  e tenha uma boa leitura.

Pier Cesare Rivoltella: "Falta cultura digital na sala de aula"

Especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão diz que a tecnologia e seu conteúdo devem fazer parte do dia a dia escolar

Pier Cesare Rivoltella
O Brasil ainda engatinha quando se fala em inclusão digital nas escolas públicas. Até o ano passado, das 143 mil instituições de Ensino Fundamental do país, cerca de 17 mil contavam com laboratórios de informática, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Porém cresce nas faculdades de Educação a preocupação em formar profissionais preparados para lidar teoricamente com a linguagem das novas mídias e seu significado nas salas de aula. É para apoiar projetos como esse que o filósofo italiano Pier Cesare Rivoltella - , especialista em Mídia e Educação da Universidade Católica de Milão, na Itália, visita o Brasil com freqüência. Ele orienta pesquisas sobre a relação entre jovens e internet do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), onde também dá aulas sobre Mídia e Educação, e acompanha pesquisas de mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina.

Para Rivoltella, os meios de comunicação dão impulso à inovação do ensino. “É a troca da abordagem tradicional – baseada na fala do professor à frente da sala de aula – pelo uso de mídias que favoreçam o trabalho em grupo mais ativo, dinâmico e criativo em todas as disciplinas.” O especialista, que também forma docentes da rede pública italiana, ainda sente uma certa resistência cultural quando se fala em tecnologia na sala de aula. “Os professores não são formados para lidar com elas”, afirma. No Brasil, o cenário não é muito diferente. “As experiências, geralmente, são voltadas para o conhecimento técnico dos meios de comunicação, não o crítico.”

Como os jovens se relacionam com as novas tecnologias?Pier Cesare Rivoltella Uma das maiores características desse público é o que chamamos de uma disposição multitarefa. Ele responde às mensagens do celular, ouve música no iPod, vê TV e fala com os amigos no Messenger – tudo ao mesmo tempo. Da mesma forma, ele sabe que acessar a internet pelo computador de casa ou pelo telefone celular é muito diferente. O computador, geralmente, é de toda a família e fica na sala. O celular é pessoal. Além disso, o jovem de hoje reconhece as especificidades de cada tecnologia e se adapta a elas. Ele pode sair pela cidade enquanto olha a tela do celular – o que é impossível na frente da tela de um computador. Fazer tudo isso simultaneamente é uma característica típica das novas gerações. Por um lado, isso lhes confere uma elaboração cognitiva muito rápida. Por outro, acaba deixando-os na superficialidade, pois não dá tempo de se aprofundar nos assuntos.

Instituto Ecofuturo lança Baú de Ideias para incentivar a escrita

Com o intuito de estimular a produção de textos e a participação em seu 7º Concurso Cultural, o Instituto Ecofuturo lançou o Baú de Ideias, uma compilação de sugestões para incentivar a escrita e despertar a criatividade. Além de inspirar os participantes do concurso, as ideias podem ser aproveitadas por professores em salas de aula e por estudantes interessados em explorar novos temas. A sétima edição do Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso, promovido pelo Instituto Ecofuturo, tem como foco o tema “Vamos cuidar da vida”. Crianças e jovens que estiverem cursando séries do ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio, estudantes das Escolas de Jovens e Adultos (EJA), professores, profissionais de biblioteca e educadores sociais podem se inscrever, até 30 de junho, pelo site do Instituto
 
 

 

terça-feira, 12 de abril de 2011

Dicas de utilização do You Tube e outros sites de vídeos em sala de aula - 47 sugestões

Retirado do Blog:http://cefapropva.blogspot.com/

O You Tube é um site com um excelente material para ser utilizado em nossas aulas, poderia ser mais explorado pelos professores. Este é um dos  posts mais populares no site  Free Tecnologia para Professores , 30 + Alternativas para o You Tube , ele  nos oferece diversas sugestões de sites com vídeos educacionais e outras ferramentas. Leia na íntegra o texto traduzido.

1. Escola Tube é um site dedicado à partilha de vídeos criados por alunos e professores. Escola Tube permite que professores e escolas possam criar seus próprios canais para a partilha de trabalhos dos alunos . Escola Tube também proporciona excelentes how-to de recursos, meios amigáveis ​​de direitos autorais e planos de aula para o uso de vídeo na sala de aula.
2. Teacher Tube  Professor Tube fornece vídeos gerados pelo usuário para os professores, pelos professores. Muitos dos vídeos no Teacher Tube têm professores compartilhar planos de aula em ação. Alguns vídeos de Professores do tube são simplesmente inspirador. E outros vídeos não têm professores ou alunos neles, mas não contêm lições de educação.

3. Teachers.tv é um site baseado no Reino Unido de vídeos para os professores e sobre o ensino. Teachers.tv oferece centenas de vídeos disponíveis para download gratuito. Em Teachers.tv há vídeos para todos os níveis escolares e áreas de conteúdo. Teachers.tvtambém tem vídeos sobre os métodos de ensino e práticas.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

REVISTA TV ESCOLA - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO 3ª ED. - 2011


capa_revista_03
As novas tecnologias da informação e comunicação chegaram para nos inserir definitivamente na era do trabalho coletivo. A matéria de capa desta edição aborda os programas de formação que estão aí para alinhar a escola com esta dinâmica revolucionária.

A seção Mundo Virtual apresenta o Portal da TV Escola, que disponibiliza online os vídeos exibidos no canal e disponibiliza um leque de propostas para sua utilização em sala de aula. Viajamos pelo Brasil para mostrar as escolas finalistas ao Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar. Em Rondônia, vimos de perto as razões pelas quais as escolas da região se destacam no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Confira o trabalho que vem sendo realizado por professores nas seções Você é o Repórter e Profissão Professor. Quem sabe, na próxima edição, teremos suas contribuições em nossas páginas?! Boa leitura e até a próxima!

Jogos educativos: entretenimento e tecnologia ajudam em sala de aula

Artifício prende a atenção dos alunos e supre necessidade de informação rápida e dinâmica .
Livros a apostilas, é claro, ainda são indispensáveis, mas parecem não ser mais suficientes para prender a atenção dos alunos na sala de aula. Os games educativos querem fazer exatamente isso: suprir a necessidade que os jovens alunos têm de informação rápida e dinâmica também na hora de aprender. Mas, existem duas grandes barreiras para a tendência no Brasil: primeiro, a falta de empresas que atuem nesse setor por aqui. Depois, a maioria das escolas ainda enfrenta grandes dificuldades na hora de levar recursos tecnológicos para a sala de aula.

O professor Michel é exceção: ele revolucionou suas aulas de história usando novas mídias como ferramentas pedagógicas; inclusive jogos. Como não poderia deixar de ser, os alunos adoraram. E os resultados apareceram rapidamente. A iniciativa mostrou que os jogos educativos não só ensinam, mas também ajudam os alunos na hora de estudar.

A questão é que o uso dessas novas mídias na área pedagógica ainda é novidade. E é muito recente para saber o impacto que elas terão na formação dessas crianças. Mas, esse é um caminho sem volta. A tecnologia invadiu nossas vidas. Então, o melhor é tirar o máximo proveito.

Assista o vídeo e pense como poderia integrar esse recurso nas suas aulas, adaptando os conteúdos a serem trabalhados com jogos educativos que venham suprir as atuais necessidades de nossos educandos. Como usar esse recurso pedagógico no ensino de linguagem? Quais as suas contribuições para o educando? Se você tem sugestões, deixe um recado para nós com a finalidade de enriquecer e contribuir para um processo de ensino/aprendizagem colaborativo.



Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/jogos_educativos

domingo, 10 de abril de 2011

Celular Pedagógico




Aparelho estará nas salas de aula do mundo todo em dois ou três anos, prevê estudo.

Hoje proibido na maioria das escolas, o celular está sendo apontado como ferramenta pedagógica do futuro. A previsão está em um estudo feito por especialistas em educação e tecnologia, entre outras áreas, de diversos países, inclusive o Brasil.
Mais que uma ferramenta de comunicação, ele se torna uma plataforma móvel de internet, que ainda permite filmar e fotografar.

Na avaliação do relatório "2010 Horizon Report", o telefone móvel deve ser usado na maioria das salas de aula dentro de dois a três anos.
Assim, alguns de seus usos na educação seriam como câmera fotográfica, filmadora, ferramenta de pesquisa e local de armazenamento de livros inteiros. "Com a mobilidade do celular, o aluno poderá fazer a lição de casa no carro ou no ônibus", exemplifica Cristiana Assumpção, a única representante do Brasil a assinar o estudo. Enquanto o futuro não chega, Cristiana diz que, no colégio Bandeirantes (zona sul de SP), onde coordena a área de tecnologia na educação, o uso do celular já ocorre em iniciativas pontuais.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Educomunicação pode combater evasão no ensino médio

Reproduzimos abaixo entrevista realizada por Sarah Fernandes , do Portal Aprendiz, ao professor e pesquisador Ismar de Oliveira Soares, da USP, sobre o tema do seu novo livro "Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação”. Ismar lançou o livro na LIvraria da Vila, em São Paulo, no último dia 25/03. A foto é de Luci Ferraz, tirada no dia do lançamento. Portal Aprendiz – Qual o assunto central do livro e por que é importante abordá-lo? Ismar de Oliveira Soares – A proposta central é disseminar o conceito de educomunicação junto aos projetos de educação do país, mostrando que ele é uma resposta, por exemplo, aos problemas do ensino médio. O livro traz um capítulo sobre juventude que aponta que 40% dos jovens abandonam o ensino médio e que outra parcela grande passa por essa etapa, termina, mas aprende muito pouco e detesta o que está fazendo. Por outro lado, o capítulo mostra que há muitos jovens felizes, realizados e participativos em organizações que trabalham com educomunicação. Então, porque não incluí-la na educação para reformar o ensino médio?

Educador quer redes sociais no currículo escolar



As redes sociais, como o Twitter, o YouTube e o Flickr, podem – e devem – entrar nas salas de aulas como ferramentas de uso pedagógico, na avaliação do pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp, José Armando Valente. Nesta sexta-feira, o professor vai participar do congresso People.Net in Education, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, que vai discutir a aplicação das redes sociais à educação.

Ao iG, Valente adiantou o foco de sua palestra e a preocupação de que as ferramentas não sejam usadas apenas como um apêndice das aulas, mas que haja uma orientação sobre o conteúdo consumido e gerado para a rede dentro das escolas: “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A ideia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”, diz. Para o professor, atualmente, nenhum país consegue fazer isso de forma sistemática, apenas através de iniciativas pontuais.
Confira a entrevista concedida por telefone pelo pesquisador, que é também professor do Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do Instituto de Artes da Unicamp e pesquisador colaborador do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC-SP.
iG: As redes sociais já são usadas nas escolas como ferramenta para desenvolver o aprendizado dos alunos?

domingo, 3 de abril de 2011

Teste: Seu professor é antenado na tecnologia?


Esse teste está disponível no site Educar para Crescer, e é muito interessante para sabermos se nós professores estamos sabendo lidar com as tecnologias no contexto escolar. Isso nos possibilitará trazer algumas reflexões inerentes a nossa prática pedagógica e como poderemos melhorar para contribuir no processo de ensino/aprendizagem de nossos alunos.

Faça o teste clicando aqui .

sábado, 2 de abril de 2011

Debate: Redes Sociais na Educação










Tecnologia e Educação

Aluno está acostumado com o mundo interativo, por isso a escola deve mudar, diz especialista em Educação à distância

Ipod, Orkut, Twitter, Facebook, e-readers... A disseminação da internet e de recursos digitais está promovendo uma revolução em vários aspectos da nossa vida. A Educação é uma das áreas mais afetadas, afinal os novos tempos exigem também novas competências e habilidades. Imersos em um mundo marcado pelo excesso de informação, agora os alunos têm de dominar muitas aptidões além do tradicional. Nesse cenário, mais importante que decorar fatos históricos é interpretar diversas fontes históricas e escolher aquela que é a mais significativa; mais importante que conhecer a fórmula de Báskara ou as Leis de Newton é fazer as perguntas certas e lidar não com nacos de informação, mas com temas transversais, que cruzam conhecimentos de várias disciplinas. Novos tipos de alfabetização são exigidos e hoje, os estudantes têm de interpretar imagens e códigos audiovisuais, não mais apenas textos verbais. "O aluno está acostumado com o mundo interativo. Se não gosta do programa, aperta o controle remoto e muda de canal. Quando ele vai para a escola e não gosta do professor ou da matéria, ele também quer nullapertar o controlenull", afirma Frederic Litto, fundador da Escola do Futuro, unidade da Universidade de São Paulo (USP) dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento de projetos que aplicam a tecnologia à Educação.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

14 dicas imperdíveis para você inovar sua prática pedagógica

Com a abertura das inscrições do Prêmio Educadores Inovadores, muitos professores se perguntam: como posso fazer um projeto inovador? Que ferramenta posso utilizar  e qual o meu papel no projeto?
Estas dúvidas são comuns, mas não fique aflito! Nosso blog te dá uma ajuda! São 14 dicas sobre o papel do professor na hora de criar um projeto inovador.
1 - O papel do professor não deve ser o de ensinar, mas orientar as opções de “caminhos” que os alunos poderão trilhar;
2 - Coloque o aluno em situação de protagonista de sua aprendizagem, mantendo-o como sustentador de novos e contínuos desafios;
3 - Os educadores envolvidos devem contagiar seus pares, gestores, comunidades e realizar parcerias;
4 - Mostre abertura para o trabalho colaborativo, convidando colegas de diferentes áreas e equipes diretivas para a participação;
5 - Inserir-se em comunidades virtuais e buscar parcerias também com outras escolas;

terça-feira, 29 de março de 2011

O desafio de aliar Tecnologia e Educação

Especialista fala sobre a difícil tarefa de combinar tecnologia e educação.

Seja por meio de celular, computador ou TV via satélite, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil: exige treinamento dos mestres. A avaliação é de Guilherme Canela Godoi, coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco, braço da ONU dedicado à ciência e à educação. “Ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.” O desafio é mundial. Mas pode ser ainda mais severo no Brasil, devido a eventuais lacunas na formação e atualização de professores e a limitações de acesso à internet – problema que afeta docentes e estudantes. Na entrevista a seguir, Godoi comenta os desafios que professores, pais e nações terão pela frente para tirar proveito da combinação tecnologia e educação.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Inscrição para o Curso de Linguagem e Tecnologia Digital


Educadores da rede pública de ensino de Sinop/MT que atuam na área de linguagem, façam sua inscrição para o curso Linguagem e Tecnologia Digital, com carga horária de 80 horas. O curso será ofertado no NTM/Sinop na modalidade a distância e presencial, utilizando a plataforma e-ProInfo/MEC, uma parceria entre SEDUC/CFTE. Clique na imagem para fazer a sua inscrição.

CAPACIDADES DAS ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA ÁREA DE LINGUAGEM

Eixos Articuladores para a Área de Linguagem
1 -Linguagens e processos de interação, representação, leitura e prática.
2 -Apropriação dos sistemas de representação das linguagens.
3 -Formação sociocultural nas diferentes linguagens.

1º CICLO

Eixo Articuladores 1:
Linguagens e processos de interação, representação, leitura e prática.

Capacidades
- Reconhecer as linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação.
-Ler, compreender e construir diferentes textos.

Descritores
- Expressa-se considerando as condições de produção e recepção;
- Compreende e valoriza os diversos usos da língua;
-Reconta oralmente os gêneros lidos e/ou ouvidos;
-Compreende o corpo em movimento.
-Reconhece os diferentes significados das práticas corporais.
-Aprecia, lê e expressa- se por meio das Artes
-Reconhece a função social da linguagem escrita.
-Constrói e reconstrói hipóteses leitoras a partir de conhecimentos prévios;
-Levanta hipóteses sobre informações explícitas e implícitas;
-Percebe-se e situa-se como leitor/produtor de linguagens.
-Desenvolve potencialidades perceptivas (pessoal/de mundo), imaginativas e expressivas;
-Constrói sistema sígnicos de representações e expressões.

Eixo Articuladores 2:
Apropriação dos sistemas de representação das linguagens.

Capacidades
-Codificar e decodificar linguagens.
-Fazer uso social das diversas linguagens em diferentes situações de fruição e interação.

Descritores
- Apropria-se da natureza do sistema alfabético da escrita;
-Escreve alfabeticamente;
-Reconhece o seu processo de evolução da linguagem escrita.
- Faz uso das capacidades necessárias para a leitura e escrita;
- Conhece e faz uso de técnicas, materiais e procedimentos na criação em artes.
- Cria desenhos e faz releituras de obras de Artes
- Lê e produz textos, considerando as condições de produção, circulação e recepção;
- Posiciona-se criticamente diante de textos
- Sente-se seguro para criar e expressar-se por meio das diferentes linguagens.
-Utiliza diferentes linguagens (visuais, teatro, dança e música) como forma de expressão.